O que vem aí: As produções da Abrolhos Filmes para 2021

Mesmo com a pandemia, em 2020 a Abrolhos conseguiu finalizar projetos, dar continuidade a outros e não parou de buscar novas ideias e meios de forma-las em prática. 

Entre os destaques, além da estreia do documentário “Chico Rei Entre Nós”, premiado na Mostra Internacional de São Paulo, avançamos com o desenvolvimento de “A Vida Bruta dos Animais do Céu”. O roteiro de Guilherme Zanella foi selecionado para participar do marcado italiano MIA Market e do lab mexicano Cine Qua Non. Além disso, confirmamos uma talentosa Beatriz Seigner (Los Silencios) para dirigir o longa-metragem.

2020 também foi o ano em que a Abrolhos cruzou a mesa e se usado como player no mercado audiovisual. Passamos a ocupar também o assento de quem escolhe, o que nos conhecer novas pessoas, talentos e ideias. No Rota Festival, analisamos cerca de 120 projetos e no Rodada de Negócios Primeiro Tratamento foram 323, dos quais três já estão com o contrato fechado para produzirmos os próximos meses. 

Começamos 2021 com a intenção de fazer o lançamento de “Chico Rei Entre Nós” nos cinemas e, no segundo semestre, em plataformas de streaming. Abaixo, listamos alguns dos projetos que serão prioritários para Abrolhos neste ano: 

E Aí? (Série, Documentário, 10×15 ‘, Captação)

Direção: Juliana Borgez

A série elucida o verdadeiro significado da inteligência artificial (IA) e investiga suas possibilidades. Discutirá como promoção ética, social, promoção e filosofia da revolução tecnológica que já ocorreu e seus caminhos para o futuro. A ideia é mostrar seus impactos em áreas de nosso cotidiano, tais como moradia, transporte, transporte, artes, saúde e etc.

 

A Vida Bruta dos Animais do Céu (Longa-Metragem, Ficção, 90min, Desenvolvimento)

Roteiro: Guilherme Zanella

Direção: Beatriz Seigner

Hugo, 11, viaja para uma cidade de praia semiabandonada para encontrar seu pai pela primeira vez. Entre conflitos pessoais e uma espera ansiosa, ele descobre segredos íntimos sobre sua família.

 

Crônicas de Yara (Série, Ficção, 8x30min, Desenvolvimento)

Roteiro: Márcio Barone

Direção: não confirmado 

Yara, uma septuagenária que precisa cuidar da mãe doente de 90 anos, descobre que só pode contar com uma pessoa para desabafar e aliviar suas fr acumuladas na vida: ela mesma aos 15 anos de idade.

 

Alma Brasileira (Série, Documentário, 8x35min, Captação)

Roteiro e criação: Gabriel Meyohas e Pablo Kaschner

Direção: Izabel Jaguaribe

Série documental que trará conversas profundas com figuras fundamentais da nossa cultura que, com seus olhares únicos, fundaram diversas possibilidades de Brasil. Em cada episódio, traremos a história de um brasileiro essencial que pensou nossa utopia civilizatória em torno da liberdade, da igualdade, do humanismo e da arte.

 

Diacuí (Longa-metragem, Documentário, 90min, Desenvolvimento)

Roteiro: não confirmado 

Direção: não confirmado 

Baseado na história real de Diacuí, uma indígena Kalapalo que se casou com Ayres Câmara Cunha, sertanista, na década de 50. Não obtendo a autorização para se casar com a indígena, Ayres recorreu ao poder midiático de Assis Chateaubriand, transformando o casamento no evento da década. Diacuí morreu dando a luz à sua filha, sozinha, na casa onde o casal vivia junto aos Kalapalo.

 

Ginga (longa-metragem ou minissérie, Ficção, 90 ‘, Desenvolvimento)

Roteiro: não confirmado

Direção: não confirmado

História de Ana de Souza (1583 – 1663), uma “Rainha Ginga”, que foi rainha do povo Bundos, um grupo do povo Bantu, que hoje pertence à República de Angola. É reconhecida como heroína, hábil negociadora e libertária. Estabeleceu alianças diplomáticas com colonizadores, comandava exércitos e mantinha um harém de 50 homens, aos quais se referia como “minhas mulheres”. 

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *